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Plano funerário SANTA TEREZINHA.

O funeral compreende:
A – urna mortuária média –Sendo urna babado e sobre babado de renda, alça tipo varão, podendo ser a tampa com silk-screen ou aplique de cruz ou bíblia.
B – flores naturais, ornamentação em flores naturais, sendo tipo monsenhor, ficando por conta do contratante, qualquer outro tipo de ornamentação.
C – remoção do carro funerário até o cemitério, fica assim determinado, pelo plano funerário que cobre a distância de 150 km (cento e cinquenta quilômetros rodados), por conta do plano funerário, ficando o responsável ou a família do mesmo, na responsabilidade de cobrir o excedente da quilometragem ao plano funerário, no valor correspondente a 01 (hum) litro de gasolina por quilômetro rodado no que exceder a cobertura do plano funerário, pago à vista.
D – Ecas, suporte de sustentação da urna no caso de que a família queira que o corpo seja velado na residência.
E – Velas, a critério da família quanto ao uso ou não de velas no velório de seu familiar.
F – Tule, véu que cobre o corpo já na urna.
G – Uso da capela mortuária do cemitério de São João Nepomuceno, despesas como taxa de limpeza da capela corre por conta do plano funerário e não do contratante.
H – Livro de presença, livro de assinatura referente ao comparecimento de conhecidos e parentes no velório.
I – Carência, o contratante ou seus dependentes tem direito de usar os serviços do plano funerário desde que tenha 03 (três) meses, ou seja, 90 (noventa) dias da assinatura do contrato, caso aconteça algum imprevisto não tendo o contratante completado a carência, ou seja, 90 (noventa) dias da assinatura do contrato, pagará o contratante o preço integral ao plano funerário, ou caso o contratante já tenha a carência, compromete-se o contratante a efetuar seus pagamentos até liquidar o valor do plano funerário.

J – Havendo prestação de serviços, o contratante somente poderá optar pela rescisão do presente contrato se:
1 – Após 24 (vinte e quatro) meses da data do último atendimento.
2 – Ou a qualquer tempo, mediante o prévio reembolso ao plano funerário no valor de 02 (dois) salários mínimo vigente no país, referente às despesas diversas com os serviços funerários.
K – O contratante só terá direito de usar os serviços do plano funerário estando rigorosamente em dia com suas mensalidades.
L – Terá direito a 01 (uma) hora de propaganda volante.
M – O plano funerário Santa Terezinha, elege o fórum de São João Nepomuceno –MG, para quaisquer ações judiciais decorrente deste presente contrato.

 

Rua:Comendador João Medina, 364
Centro
São João Nepomuceno – MG
Cep: 36.680.000
Tel:(32)9952-0652/Com Cida
(32)9965-1275/Com Telmo

 

Desde muito cedo Teresa Martin iniciou sua devoção ao Menino Jesus.

Aos seis anos e meio, começa a se preparar para a primeira comunhão, sendo catequizada por sua irmã Paulina. Graças a esta catequese, o amor ao Menino Jesus vai aumentando em seu coração.

Ao falar deste período, nossa santa afirma que “amava-o muito” (A 31v). Não é, pois, de se estranhar que à época de seu primeiro chamado à vida carmelitana, tenha aceitado com entusiasmo a proposta de Madre Gonzaga de se chamar “Teresa do Menino Jesus” quando ingressasse no Carmelo.

Após prepará-la para a primeira comunhão, Paulina, já Irmã Inês de Jesus no Carmelo de Lisieux, convida a menina a considerar sua alma como um jardim de delícias no qual é preciso cultivar as flores de virtudes que Jesus virá colher em sua primeira visita.

No ano de 1887 se oferece ao Menino Jesus para ser seu brinquedo (A 64r), desejando abandonar-se sem reservas à sua misericórdia.

Isto ocorre por ocasião da célebre audiência com o papa Leão XIII. Teresa esperava que o papa autorizasse sua entrada imediata no Carmelo, apesar da pouca idade. Enorme decepção! Recebe palavras ternas e não a resposta desejada. Por isso não fica perturbada. Não havia se oferecido para ser a “bolinha” de Jesus e não dissera que ele poderia fazer o que quisesse com ela?

Santa TerezinhaA partir do dia 9 de abril de 1888, data de seu ingresso no Carmelo de Lisieux, Teresa pode, finalmente, realizar seu sonho de menina: assina suas cartas durante todo o postulantado como “Teresa do Menino Jesus” (Ct 46-79). No dia 10 de janeiro de 1889, dia em que recebe o hábito, assinará pela primeira vez “Irmã Teresa do Menino Jesus e da Santa Face”, que será seu nome definitivo de Carmelita (Ct 80).

Quando entra na clausura, a primeira coisa que lhe chama a atenção é o sorriso de seu “Menino cor de rosa” (A 72v), que a acolhe. Ela se encarregará de colocar-lhe flores desde a Natividade de Maria: “era a Virgenzinha recém-nascida que apresentava sua florzinha ao Menino Jesus”. (A 77r).

Teresa dedica muitas poesias, recreações piedosas e orações ao Menino Jesus, ao mistério do Natal e aos primeiros anos da infância de Cristo. No dia 21 de janeiro de 1894 cria e oferece à Madre Inês, em sua primeira festa como priora, uma pintura a óleo do Menino Jesus, a que intitula como “O sonho do Menino Jesus”.

Este quadro mostra o Menino Jesus de olhos abaixados, brincando com as flores que lhe são oferecidas. Ao fundo aparece sob a claridade da lua a Sagrada Face debaixo da cruz e cerca dos instrumentos da paixão.

Em uma carta enviada no mesmo dia (Ct 156), Teresa comenta seu quadro: longe de temer os sofrimentos futuros, o Menino Jesus conserva um olhar sereno e até sorri, pois sabe que sua esposa (Irmã Inês) permanecerá sempre ao seu lado para amá-lo e consolá-lo.

Quanto aos olhos baixos, estes mostram sua atitude quanto à própria Teresa: “Ele está quase sempre dormindo”. Neste último detalhe já vislumbramos uma prefiguração da grande prova de fé que irá acompanhá-la em seus últimos dias.

Nos finais de 1894, a jovem carmelita descobre sua “Pequena Via”. A infância espiritual do cristão, feita de confiança e abandono, deverá se moldar na própria infância de Jesus, em seu caráter de Filho, tão particularmente representado nos traços de sua infância.

No dia 7 de junho de 1897, Teresa se deixa fotografar, tendo nas mãos as estampas do Menino Jesus e da Sagrada Face. Sobre a imagem do Menino Jesus, conhecido como “de Messina”, Teresa copia o versículo de Pr 9,4: “Quem for pequenino, venha a mim”.